Tornare a scuola, Schettino
Enviado por luisnassif, sab, 03/03/2012 - 12:33
Schettino garantiu não ter sido notificado de qualquer infracção (Reuters)
Francesco Schettino, o comandante do navio Costa Corcordia que naufragou a 13 de Janeiro ao largo da ilha italiana de Giglio, teve um acidente em 2010 ao entrar num porto alemão a grande velocidade.
Na altura Schettino comandava outro navio, o Costa Atlântica. Segundo o diário italiano La Stampa fez uma manobra a uma velocidade elevada no porto de Warnemunde, no Norte da Alemanha, tendo causado danos no cruzeiro Aida Blue.
A velocidade a que seguia era entre os 7,7 e os 7,9 nós (14,6 a 14,9 quilómetros por hora). Na altura, Schettino justificou-se ao dizer que não conhecia os limites de velocidade nem tinha recebido qualquer notificação de infracção das autoridades competentes, adianta a AFP.
A Costa Cruzeiros, proprietária do Costa Concordia, chegou a pedir esclarecimentos ao comandante a propósito da velocidade a que navegava quando entrou no porto e alertou-o para ter mais atenção “e conhecer os documentos que regulam a navegação do porto em questão”, adiantou a empresa num comunicado citado pela AFP, no qual não é feita qualquer referência a um acidente.
Francesco Schettino está actualmente em prisão domiciliária, acusado por múltiplos homicídios por negligência e abandono do navio. O desastre do Costa Concordia, que embateu em rochas e acabou por naufragar no arquipélago da Toscania, em Itália,causou a morte de 32 pessoas.
A velocidade a que seguia era entre os 7,7 e os 7,9 nós (14,6 a 14,9 quilómetros por hora). Na altura, Schettino justificou-se ao dizer que não conhecia os limites de velocidade nem tinha recebido qualquer notificação de infracção das autoridades competentes, adianta a AFP.
A Costa Cruzeiros, proprietária do Costa Concordia, chegou a pedir esclarecimentos ao comandante a propósito da velocidade a que navegava quando entrou no porto e alertou-o para ter mais atenção “e conhecer os documentos que regulam a navegação do porto em questão”, adiantou a empresa num comunicado citado pela AFP, no qual não é feita qualquer referência a um acidente.
Francesco Schettino está actualmente em prisão domiciliária, acusado por múltiplos homicídios por negligência e abandono do navio. O desastre do Costa Concordia, que embateu em rochas e acabou por naufragar no arquipélago da Toscania, em Itália,causou a morte de 32 pessoas.
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