O vazamento de documentos do Vaticano
Enviado por luisnassif, ter, 14/02/2012 - 14:00
Do G1
Santa Sé enfrenta seu próprio caso WikiLeaks, disse Federico Lombardi.
a, uma carta confidencial de um cardeal confessando ter conhecimento de um plano para assassinar o Papa Bento XVI nos próximos 12 meses foi divulgada e ridicularizada pelo Vaticano.
"Precisamos de calma, sangue frio e razão", afirmou o padre Lombardi em uma longa declaração publicada no site da Rádio do Vaticano na segunda-feira à noite.
Papa Bento XVI batiza criança na capela Sistina em 8 de janeiro. (Foto: Osservatore Romano/Reuters)
O governo do presidente americano Barack Obama teve o Wikileaks, o Vaticano está tendo seus próprios vazamentos, afirmou.
Observadores disseram que os vazamentos são evidências de uma luta interna pelo poder no Vaticano, particularmente contra o Secretário de Estado, Tarcisio Bertone.
"Esses vazamentos têm a intenção de espalhar confusão e manchar a imagem do Vaticano, do governo da Igreja e da própria Igreja", comentou Lombardi.
O porta-voz frisou que o Papa Bento XVI está comprometido com o avanço da administração das finanças do Vaticano e assegurou que o banco do Vaticano está alinhado às regras internacionais contra lavagem de dinheiro.
"Estão dizendo que documentos internos estão sendo transmitidos externamente de maneira desonesta", declarou Lombardi.
"Alguns desses documentos recentemente distribuídos tendem a diminuir a credibilidade em relação ao compromisso da Igreja em aumentar a transparência", acrescentou.
Questionado posteriormente, nesta terça-feira, sobre rumores persistentes de que o Papa poderia renunciar, advertiu: "Se essa questão já foi alguma vez abordada seriamente, discutiremos. Por ora, não é nada sério e, portanto, não há o que dizer".
Bento XVI mencionou a possibilidade de renunciar em um livro de entrevistas do jornalista alemão Peter Seewald intitulado "Luz do Mundo", em que afirmou que iria parar se não pudesse mais cumprir com suas obrigações.
Porta-voz denuncia vazamento de documentos do Vaticano
Santa Sé enfrenta seu próprio caso WikiLeaks, disse Federico Lombardi.
Para analistas, caso revela luta interna pelo poder na Igreja Católica.
O Vaticano está vivendo sua própria versão de escândalo WikiLeaks, que atingiu em cheio a diplomacia dos Estados Unidos, afirmou nesta terça-feira (14) o porta-voz Federico Lombardi, após vários recentes vazamentos de documentos na imprensa italiana.
Vários jornais publicaram cartas de um delator denunciando casos de corrupção no Vaticano, assim como acusando o banco do Vaticano de falhar na implantação de leis contra lavagem de dinheiro.
Vários jornais publicaram cartas de um delator denunciando casos de corrupção no Vaticano, assim como acusando o banco do Vaticano de falhar na implantação de leis contra lavagem de dinheiro.
"Precisamos de calma, sangue frio e razão", afirmou o padre Lombardi em uma longa declaração publicada no site da Rádio do Vaticano na segunda-feira à noite.
Papa Bento XVI batiza criança na capela Sistina em 8 de janeiro. (Foto: Osservatore Romano/Reuters)Observadores disseram que os vazamentos são evidências de uma luta interna pelo poder no Vaticano, particularmente contra o Secretário de Estado, Tarcisio Bertone.
"Esses vazamentos têm a intenção de espalhar confusão e manchar a imagem do Vaticano, do governo da Igreja e da própria Igreja", comentou Lombardi.
O porta-voz frisou que o Papa Bento XVI está comprometido com o avanço da administração das finanças do Vaticano e assegurou que o banco do Vaticano está alinhado às regras internacionais contra lavagem de dinheiro.
"Estão dizendo que documentos internos estão sendo transmitidos externamente de maneira desonesta", declarou Lombardi.
"Alguns desses documentos recentemente distribuídos tendem a diminuir a credibilidade em relação ao compromisso da Igreja em aumentar a transparência", acrescentou.
Questionado posteriormente, nesta terça-feira, sobre rumores persistentes de que o Papa poderia renunciar, advertiu: "Se essa questão já foi alguma vez abordada seriamente, discutiremos. Por ora, não é nada sério e, portanto, não há o que dizer".
Bento XVI mencionou a possibilidade de renunciar em um livro de entrevistas do jornalista alemão Peter Seewald intitulado "Luz do Mundo", em que afirmou que iria parar se não pudesse mais cumprir com suas obrigações.
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