OCDE vê sinais de melhora na economia mundial
Enviado por luisnassif, seg, 13/02/2012 - 15:37
Por foo
Do Info Money
apenas a comparação frente ao mesmo mês de 2010, todos os países e regiões sofreram uma redução na percepção de melhora da economia, com destaque para a retração de 9 pontos para o Brasil. Apenas os Estados Unidos apresentaram um índice melhor, em 0,6 ponto, alcançando os 102 pontos.
Desenvolvidos com maior fôlego
Os EUA e o Japão - com 0,2 ponto a mais na comparação mensal - lideram o cenário mais positivo para os países desenvolvidos da OCDE, registrando mudança na tendência de crescimento para uma alta, mas os europeus ainda aparecem com problemas para recuperarem o ritmo. Frente a dezembro de 2010, o indicador para a Zona do Euro recuou 5,7 pontos, para 98,3.
Segundo a organização, há sinais que mostram uma tentativa de recuperação maior na união monetária da Europa, com os sete principais países da região começando a mudar o movimento da economia, ao avançar 0,3 ponto na comparação mensal. Mesmo assim, o bloco é classificado como “abaixo da tendência” na pesquisa.
Emergentes mistos
A OCDE também analisou os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China). Enquanto o Brasil se encontra, atualmente, abaixo da tendência natural de expansão, e a China, em desaquecimento, as outras duas nações que compõem o grupo demonstram mudança positiva na atividade.
A Rússia teve sua taxa na pesquisa aumentada em 0,2 ponto frente a novembro, para 102,4 pontos - o maior patamar de todos os países analisados pelo órgão. Já a Índia subiu 0,6 ponto e encerrou o último mês de 2011 com 95,6.
Do Info Money
SÃO PAULO - Uma pesquisa da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), grupo que envolve 33 países, feita durante o mês de dezembro, mostrou sinais de melhora de perspectiva quanto a mudanças no cenário da atividade de seus países membros.
Enquanto que para o bloco como um todo os principais indicadores compostos, designados para prevermudanças no rumo da atividade econômica em relação à tendência do país com seis meses de antecedência, revelaram um leve avanço de 0,2 ponto, para 100,4 pontos, enquanto para a Zona do Euro essa diferença foi negativa em 0,1 ponto.
Considerando os Estados Unidos, houve melhora de 0,7 ponto, alcançando os 102,0 pontos. Já para o Brasil, que não é membro da OCDE, a queda foi de 0,1, aos 93,7 pontos e, para a China, mais intensa ainda, em baixa de 0,5, aos 99,3 pontos. A base histórica é de 100 pontos.
Enquanto que para o bloco como um todo os principais indicadores compostos, designados para prevermudanças no rumo da atividade econômica em relação à tendência do país com seis meses de antecedência, revelaram um leve avanço de 0,2 ponto, para 100,4 pontos, enquanto para a Zona do Euro essa diferença foi negativa em 0,1 ponto.
Considerando os Estados Unidos, houve melhora de 0,7 ponto, alcançando os 102,0 pontos. Já para o Brasil, que não é membro da OCDE, a queda foi de 0,1, aos 93,7 pontos e, para a China, mais intensa ainda, em baixa de 0,5, aos 99,3 pontos. A base histórica é de 100 pontos.
Desenvolvidos com maior fôlego
Os EUA e o Japão - com 0,2 ponto a mais na comparação mensal - lideram o cenário mais positivo para os países desenvolvidos da OCDE, registrando mudança na tendência de crescimento para uma alta, mas os europeus ainda aparecem com problemas para recuperarem o ritmo. Frente a dezembro de 2010, o indicador para a Zona do Euro recuou 5,7 pontos, para 98,3.
Segundo a organização, há sinais que mostram uma tentativa de recuperação maior na união monetária da Europa, com os sete principais países da região começando a mudar o movimento da economia, ao avançar 0,3 ponto na comparação mensal. Mesmo assim, o bloco é classificado como “abaixo da tendência” na pesquisa.
Emergentes mistos
A OCDE também analisou os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China). Enquanto o Brasil se encontra, atualmente, abaixo da tendência natural de expansão, e a China, em desaquecimento, as outras duas nações que compõem o grupo demonstram mudança positiva na atividade.
A Rússia teve sua taxa na pesquisa aumentada em 0,2 ponto frente a novembro, para 102,4 pontos - o maior patamar de todos os países analisados pelo órgão. Já a Índia subiu 0,6 ponto e encerrou o último mês de 2011 com 95,6.
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