Um furacão da ciência chamado Sérgio Mascarenhas
Enviado por luisnassif, seg, 13/02/2012 - 17:00
Conversei agora de amanhã com Jorge Guimarães, presidente da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal de Nível Superior), a respeito do caso Michel Nusseinsveig – já relatado no Blog. Como se recorda, havia uma ideia do professor Sergio Mascarenhas de montar um Centro de Monoclonais, dirigido por Michel, importante para estudos sobre câncer e outras doenças.
Mas não chegou a haver uma proposta concreta ao Capes. Aparentemente a ideia esbarrou na resistência do Instituto Butantã, que deveria ser a instituição âncora do projeto.
Guimarães disse que qualquer projeto de Mascarenhas merece todo prioridade da Capes. O professor é uma usina de ideias fundamentais, em linha com o que de mais avançado existe nas pesquisas mundiais, disse Guimarães. Essas ideias são espalhadas por redes de cientistas e expostas a discussões.
Foi a partir de uma ideia de Mascarenhas que foi criada a Rede de Nanobiotecnologia, com 16 grupos de pesquisa trabalhando em rede, 16 projetos fundamentais que nasceram da usina de ideias do professor Mascarenhas.
A cada proposta de Mascarenhas, a Capes junta a comunidade para discussões amplas que permitam o detalhamento e a concretização. Esse Centro de Monoclonais foi a única em que houve algum curto circuito no caminho e não chegou a ser apresentado em forma de projeto à Capes.
Hoje em dia, sob a direção de João Fernando, o “Moringa” (notável saxofonista), ex-discípulo de Mascarenhas, o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP) vem amarrando diversas ideias elaboradas por Mascarenhas.
Aliás, Guimarães informa que “Moringa” – recentemente eleito para a Academia Brasileira de Ciências – fez uma revolução no IPT.
Mas não chegou a haver uma proposta concreta ao Capes. Aparentemente a ideia esbarrou na resistência do Instituto Butantã, que deveria ser a instituição âncora do projeto.
Guimarães disse que qualquer projeto de Mascarenhas merece todo prioridade da Capes. O professor é uma usina de ideias fundamentais, em linha com o que de mais avançado existe nas pesquisas mundiais, disse Guimarães. Essas ideias são espalhadas por redes de cientistas e expostas a discussões.
Foi a partir de uma ideia de Mascarenhas que foi criada a Rede de Nanobiotecnologia, com 16 grupos de pesquisa trabalhando em rede, 16 projetos fundamentais que nasceram da usina de ideias do professor Mascarenhas.
A cada proposta de Mascarenhas, a Capes junta a comunidade para discussões amplas que permitam o detalhamento e a concretização. Esse Centro de Monoclonais foi a única em que houve algum curto circuito no caminho e não chegou a ser apresentado em forma de projeto à Capes.
Hoje em dia, sob a direção de João Fernando, o “Moringa” (notável saxofonista), ex-discípulo de Mascarenhas, o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP) vem amarrando diversas ideias elaboradas por Mascarenhas.
Aliás, Guimarães informa que “Moringa” – recentemente eleito para a Academia Brasileira de Ciências – fez uma revolução no IPT.
Nenhum comentário:
Postar um comentário