Venezuela: oposição elege Capriles para concorrer com Chávez
Enviado por luisnassif, seg, 13/02/2012 - 11:32
Por Paulo F.
Do Diário de Notícias de Lisboa
Henrique Capriles vai ser o rival de Chávez
por LusaHoje

Henrique Capriles quer unir a Venezuela Fotografia © Reuters
"Força
Capriles Radonsky, que durante a sua aparição fez-se acompanhar pelos outros quatro candidatos que participaram nas primárias opositoras, frisou não esperar a alta participação nas eleições.
"Foram três milhões de pessoas que votaram, participaram, superaram obstáculos e intimidação. Quando um povo quer mudar, quando a força da esperança avança, sempre derrota a força do medo, porque o bem sempre derrota o mal", disse.
Por outro lado frisou que aspira "ser o presidente de todos os venezuelanos", inclusive dos "vermelhos" (simpatizantes de Hugo Chávez).
"Eu digo a todo o nosso povo que é proibido falhar. Viemos construir um futuro distinto, viemos construir um futuro para todos os venezuelanos, não é a hora da esquerda nem da direita, é a hora da
Sublinhou ainda que se há uma coisa que lhe tira o sono "é unir a
Advogado e político, Henrique Capriles Radonski, 39 anos, foi eleito domingo pela oposição, com 1.806.860 votos (63 por cento), para ser o candidato que concorrerá contra Hugo Chávez nas presidenciais de 07 de outubro.
Descendente de judeus, é católico praticante, tem um discurso conciliador e moderado, mesmo sendo radicalmente oposto a Hugo Chávez. Foi presidente da Câmara Municipal de Baruta (sul de Caracas) e é atualmente governador do Estado venezuelano de Miranda.
Membro de uma família que possui vários meios de comunicação social, empresas imobiliárias e cinemas, o político mantém-se distante dos tradicionais partidos venezuelanos, como Ação Democrática e Copei, que no passado governaram diversas vezes o país.
Em abril 2002 foi acusado de participar num ataque à embaixada de Cuba em Caracas, durante os acontecimentos que afastaram Hugo Chávez temporariamente do poder. Esteve preso durante 119 dias, após o que foi ilibado por um tribunal.
Durante a campanha eleitoral para as primárias opositoras prometeu aos portugueses "deixá-los trabalhar".
Nas primárias da coligação opositora participam também outros quatro candidatos: Maria Corina Machado, Pablo Medina, Diego Árria e Pablo Pérez, que prometeram trabalhar em conjunto para derrotar Hugo Chávez nas próximas eleições presidenciais.
Do Diário de Notícias de Lisboa
Henrique Capriles vai ser o rival de Chávez
por LusaHoje

Henrique Capriles quer unir a Venezuela Fotografia © Reuters
Henrique Capriles Radonsky venceu as eleições primárias da oposição venezuelana, passando a ser o candidato que concorrerá contra Hugo Chávez nas presidenciais de 07 de outubro
p class="artigo-intro">O candidato vencedor da eleições primárias da oposição, Henrique Capriles Radonski, disse ontem em Caracas que quer unir a "Força
Capriles Radonsky, que durante a sua aparição fez-se acompanhar pelos outros quatro candidatos que participaram nas primárias opositoras, frisou não esperar a alta participação nas eleições.
"Foram três milhões de pessoas que votaram, participaram, superaram obstáculos e intimidação. Quando um povo quer mudar, quando a força da esperança avança, sempre derrota a força do medo, porque o bem sempre derrota o mal", disse.
Por outro lado frisou que aspira "ser o presidente de todos os venezuelanos", inclusive dos "vermelhos" (simpatizantes de Hugo Chávez).
"Eu digo a todo o nosso povo que é proibido falhar. Viemos construir um futuro distinto, viemos construir um futuro para todos os venezuelanos, não é a hora da esquerda nem da direita, é a hora da
Sublinhou ainda que se há uma coisa que lhe tira o sono "é unir a
Advogado e político, Henrique Capriles Radonski, 39 anos, foi eleito domingo pela oposição, com 1.806.860 votos (63 por cento), para ser o candidato que concorrerá contra Hugo Chávez nas presidenciais de 07 de outubro.
Descendente de judeus, é católico praticante, tem um discurso conciliador e moderado, mesmo sendo radicalmente oposto a Hugo Chávez. Foi presidente da Câmara Municipal de Baruta (sul de Caracas) e é atualmente governador do Estado venezuelano de Miranda.
Membro de uma família que possui vários meios de comunicação social, empresas imobiliárias e cinemas, o político mantém-se distante dos tradicionais partidos venezuelanos, como Ação Democrática e Copei, que no passado governaram diversas vezes o país.
Em abril 2002 foi acusado de participar num ataque à embaixada de Cuba em Caracas, durante os acontecimentos que afastaram Hugo Chávez temporariamente do poder. Esteve preso durante 119 dias, após o que foi ilibado por um tribunal.
Durante a campanha eleitoral para as primárias opositoras prometeu aos portugueses "deixá-los trabalhar".
Nas primárias da coligação opositora participam também outros quatro candidatos: Maria Corina Machado, Pablo Medina, Diego Árria e Pablo Pérez, que prometeram trabalhar em conjunto para derrotar Hugo Chávez nas próximas eleições presidenciais.
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