Pista liberada pela Anac, finalmente

Por alfredo machado
Nassif,
Pista liberada, finalmente.
Prá quem estava habituado a ganhar zilhões de contratos na Infraero de mãos beijadas, a concorrência não foi boa alternativa.
Num leilão, qualquer um deles, é pressuposto que só um concorrente pode vencer, e ainda tem gente que não conseguiu aprender este beabá.
Do Brasil247

Anac mantém resultado do leilão de privatização dos aeroportos

Anac mantém resultado do leilão de privatização dos aeroportos

Agência Brasil – A diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) decidiu hoje (5), por unanimidade, julgar improcedente o recurso impetrado pelo Consórcio Novas Rotas, liderado pela Odebrecht, contra a habilitação do Consórcio Aeroportos Brasil, liderado pela Triunfo, vencedor do leilão para ampliação, manutenção e exploração do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP).

Em reunião extraordinária que ocorreu esta tarde, no Rio de Janeiro, a diretoria da Anac também homologou o resultado do certame e concedeu a outorga do leilão dos três aeroportos privatizados: Guarulhos, Viracopos e Brasília. Pelo cronograma do processo, a assinatura dos contratos de concessão dos três aeroportos será no dia 25 de maio.

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Pela concessão dos três aeroportos, cujo leilão ocorreu no dia 6 de fevereiro, a União vai receber R$ 24,5 bilhões, quase cinco vezes o valor mínimo de R$ 5,47 bilhões estipulado pelo governo. O maior ágio (673,39%) foi ofertado pela Consórcio Inframérica, que venceu o certame do Aeroporto Internacional de Brasília com a proposta de R$ 4,51 bilhões pelo consórcio Inframérica. Para Guarulhos, o Consórcio Invepar ACSA venceu com lance de R$ 16,213 bilhões (ágio de 373,51%). O Consórcio Aeroportos Brasil foi o vencedor da disputa por Viracopos, com oferta de R$ 3,821 bilhões (ágio de 159,75%).

Os três aeroportos respondem pela movimentação de 30% dos passageiros, 57% da carga e 19% das aeronaves de todo o país. As concessionárias deverão concluir as obras de ampliação e modernização dos aeroportos até a Copa do Mundo de 2014. A multa por descumprimento é R$ 150 milhões, mais R$ 1,5 milhão por dia de atraso.