Das pessoas, aprendi que um dia vão-se; todos os dias, milhares de adeuses não são ditos; todos as horas são tarde demais. As portas batem sem aviso, os dias não mais voltam; somem segredos, esquecem-se carinhos em gavetas, recordações de ouro se perdem nos caixões de madeira. Telefones ocupados, secretárias eletrônicas; cartas sem destino, por-enquantos sem presente; desaparecemos na rotina dos ônibus e dos sinais de trânsito. (Márvio dos Anjos)
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