Enviado por Míriam Leitão - 11.1.2012
8h30m
NA CBN
Os impactos que uma possível quebra de safra provocaria
Por causa das chuvas que atingem a Região Sudeste e a estiagem no Sul, os especialistas já estão preocupados com a safra deste ano. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou ontem que ela deve ser 2,8% menor do que a de 2011, ou seja, o Brasil colheria 158,4 milhões de toneladas, mas muita gente já acha que esse número está defasado, porque não inclui o impacto da seca prolongada no Sul do país.
Temos na cabeça que o Centro Oeste é um grande produtor, mas o Sul também é. Produz muitos produtos agrícolas, como arroz, feijão, milho e soja. Representa 20% de toda a produção agrícola.
Está aumentando a demanda global por alimentos e o consumo nacional. Se houver quebra de safra importante nessa região produtora, os preços podem ser afetados. No ano passado, vivemos esse cenário, que pode voltar a ocorrer.
A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) estava prevendo que só o café teria aumento de preço, porque levava em conta uma boa produção agrícola dessas commodities que o Brasil exporta. Mas agora, os preços internacionais podem ser afetados.
Apesar da quebra de safra, o Brasil pode cumprir a meta do Ministério da Agricultura de US$ 100 bilhões este ano de superávit comercial no agronegócio brasileiro; pode ser pelo preço e não pela quantidade.
O Brasil tem de olhar com atenção para esses problemas da agricultura, porque a capacidade de produção de agronegócio é um dos pontos fortes da nossa economia.
A previsão, portanto, é que haverá quebra de safras de segmentos importantes, por causa da estiagem no Sul. Isso pode ter impacto na exportação, na inflação e na capacidade produtiva de uma região importante.
8h30m
NA CBN
Os impactos que uma possível quebra de safra provocaria
Por causa das chuvas que atingem a Região Sudeste e a estiagem no Sul, os especialistas já estão preocupados com a safra deste ano. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou ontem que ela deve ser 2,8% menor do que a de 2011, ou seja, o Brasil colheria 158,4 milhões de toneladas, mas muita gente já acha que esse número está defasado, porque não inclui o impacto da seca prolongada no Sul do país.
Temos na cabeça que o Centro Oeste é um grande produtor, mas o Sul também é. Produz muitos produtos agrícolas, como arroz, feijão, milho e soja. Representa 20% de toda a produção agrícola.
Está aumentando a demanda global por alimentos e o consumo nacional. Se houver quebra de safra importante nessa região produtora, os preços podem ser afetados. No ano passado, vivemos esse cenário, que pode voltar a ocorrer.
A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) estava prevendo que só o café teria aumento de preço, porque levava em conta uma boa produção agrícola dessas commodities que o Brasil exporta. Mas agora, os preços internacionais podem ser afetados.
Apesar da quebra de safra, o Brasil pode cumprir a meta do Ministério da Agricultura de US$ 100 bilhões este ano de superávit comercial no agronegócio brasileiro; pode ser pelo preço e não pela quantidade.
O Brasil tem de olhar com atenção para esses problemas da agricultura, porque a capacidade de produção de agronegócio é um dos pontos fortes da nossa economia.
A previsão, portanto, é que haverá quebra de safras de segmentos importantes, por causa da estiagem no Sul. Isso pode ter impacto na exportação, na inflação e na capacidade produtiva de uma região importante.
Nenhum comentário:
Postar um comentário