Enviado por Valéria Maniero - 11.1.2012
10h00m
Europa
Alemanha cresceu 3% em 2011 e conseguiu reduzir o déficit
Números preliminares divulgados hoje comprovam que a Alemanha vai na contramão do resto da Europa, ao registrar crescimento de 3% em 2011, segundo o Escritório Federal de Estatística. Se compararmos com os 3,7% de 2010, representa um crescimento num ritmo menos intenso, mas vale lembrar que seus vizinhos, em apuros, apresentam um plano de austeridade atrás do outro e crescem menos, o que tem impacto na demanda por parte desses países.
Outra boa notícia é que o déficit público, que estava em 4,3% em 2010, caiu para 1% do PIB no ano passado, ficando pela primeira vez em três anos dentro do limite previsto na UE (3%).
Por causa da crise na Europa e nos EUA, que tem impacto na economia mundial, a expansão da Alemanha este ano deverá ser bem menor, em torno de 0,5%, segundo as previsões dos economistas.
O número fechado do ano é bom, mas o dado do último trimestre chama a atenção. À imprensa estrangeira, Norbert Rath, diretor de estudos do Escritório Federal de Estatística, disse que a economia alemã pode ter registrado queda de 0,25% nos últimos três meses de 2011 em relação ao trimestre anterior.
- O cenário de crise internacional, o enfraquecimento da demanda externa e do setor industrial provavelmente foram responsáveis pelo arrefecimento da atividade ao final de 2011 - avalia o Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco.
Segundo a imprensa estrangeira, o consumo privado acelerou entre 2010 e 2011, passando de 0,6% para 1,5%. A queda do desemprego contribuiu para esse resultado - em dezembro, a desocupação ficou em 6,8%, a taxa mais baixa em 20 anos.
Já o consumo do governo cresceu 1,2%, e os investimentos, 6,5%. As exportações avançaram 8,2% no ano passado, abaixo dos 13,7% registrados em 2010, e as importações, 7,2%.
10h00m
Europa
Alemanha cresceu 3% em 2011 e conseguiu reduzir o déficit
Números preliminares divulgados hoje comprovam que a Alemanha vai na contramão do resto da Europa, ao registrar crescimento de 3% em 2011, segundo o Escritório Federal de Estatística. Se compararmos com os 3,7% de 2010, representa um crescimento num ritmo menos intenso, mas vale lembrar que seus vizinhos, em apuros, apresentam um plano de austeridade atrás do outro e crescem menos, o que tem impacto na demanda por parte desses países.
Outra boa notícia é que o déficit público, que estava em 4,3% em 2010, caiu para 1% do PIB no ano passado, ficando pela primeira vez em três anos dentro do limite previsto na UE (3%).
Por causa da crise na Europa e nos EUA, que tem impacto na economia mundial, a expansão da Alemanha este ano deverá ser bem menor, em torno de 0,5%, segundo as previsões dos economistas.
O número fechado do ano é bom, mas o dado do último trimestre chama a atenção. À imprensa estrangeira, Norbert Rath, diretor de estudos do Escritório Federal de Estatística, disse que a economia alemã pode ter registrado queda de 0,25% nos últimos três meses de 2011 em relação ao trimestre anterior.
- O cenário de crise internacional, o enfraquecimento da demanda externa e do setor industrial provavelmente foram responsáveis pelo arrefecimento da atividade ao final de 2011 - avalia o Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco.
Segundo a imprensa estrangeira, o consumo privado acelerou entre 2010 e 2011, passando de 0,6% para 1,5%. A queda do desemprego contribuiu para esse resultado - em dezembro, a desocupação ficou em 6,8%, a taxa mais baixa em 20 anos.
Já o consumo do governo cresceu 1,2%, e os investimentos, 6,5%. As exportações avançaram 8,2% no ano passado, abaixo dos 13,7% registrados em 2010, e as importações, 7,2%.
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