organizando as escritas,
encontrei uma do meu pai pra mim e, é claro e evidente, chorei.
Minha Guerreira
Minha moça entra em casa Chegando
do seu batente. Abre um sorriso de filha, Por um instante
somente. Porque é moça guerreira Dos tempos de atualmente.
Descreve
os seus projetos Olhando adiante e à frente. Fala das guerras
diárias, De sua luta valente. Jamais reclama ou vacila, Pois guerreira
não se rende.
Mas quando a olho e acarinho Com olhos de pai
carente Minha guerreira desmancha Depõe o elmo e a lança Volta a ser
minha criança Por um instante somente. — com Luis Nassif.
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