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Exame da OAB: FVG confirma erros; OAB descarta anular provaEnviado por luisnassif, seg, 05/12/2011 - 15:20
De O Globo.com
Exame da OAB apresenta erros, mas não será anuladoQuestões de direito penal e direito constitucional ganharam correção
RIO - A Fundação Getúlio Vargas (FGV) informou em seu
site que detectou erros nas provas de Direito Penal e Direito
Constitucional da segunda fase do exame da Ordem dos Advogados do
Brasil (OAB), aplicado no domingo em todo o País. Apesar disso, a
instituição descartou a possibilidade de anular a prova, que é
requisito para todos os bacharéis em Direito que queiram exercer a
advocacia.
Segundo a nota, os candidatos foram informados, durante a aplicação
do exame, sobre erratas em questões de direito penal e de direito
constitucional. Devido às mudanças, eles tiveram um tempo adicional
para realizar a prova.
A prova da segunda fase do Exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) teve duração de cinco horas. O resultado preliminar dos aprovados --sem a decisão dos recursos-- será divulgado no dia 26 de dezembro. Os candidatos não aprovados terão três dias para apresentar recurso, das 12h do dia 26 às 12h do dia 29. O resultado final será divulgado em janeiro.A lista final dos aprovados deve sair no dia 16 de janeiro. Peça processual e quatro questões Na primeira fase, cerca de 108 mil candidatos se inscreveram para fazer a prova em todo o Brasil. Desses, apenas 50 mil foram aprovados e fizeram a segunda fase no domingo. Na prova prático-profissional, os candidatos precisaram redigir uma peça processual e responder a quatro questões, sob a forma de situações-problema, compreendendo as seguintes áreas de opção do bacharel, indicada no momento da inscrição: direito administrativo, direito civil, direito constitucional, direito do trabalho, direito empresarial, direito penal ou direito tributário. STF considera prova constitucional A primeira fase do exame foi realizado no dia 30 de outubro, quatro dias após o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitar o recurso de um bacharel em Direito e considerar constitucional a realização da prova. O relator do caso, ministro Marco Aurélio Mello, defendeu o papel da OAB ao destacar que o exame assume o papel de "proteger a sociedade dos riscos relativos à má operação do Direito". O Exame de Ordem foi criado em 1994, com a aprovação da Lei do Estatuto da Advocacia e da OAB. Desde então, milhares de candidatos vêm sendo reprovados a exemplo do que ocorreu na edição mais recente, em que apenas 15% conseguiram a carteirinha de advogado. De 1997 para cá, o número de cursos de Direito no País passou de 200 para mais de 1,2 mil, que formam cerca de 90 mil bacharéis anualmente. |
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
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Este exame deveria ser aplicado a todos os profissionais, inclusive aqueles que já foram aprovados ou que atuam antes da obrigação do exame.
Tipo assim a cada 4 anos estes profissionais deveriam ser submetidos ao exame novamente.
Quem foi aprovado uma vez não perderia o direito de atuar, mas teria que renovar sua carteira da OAB, com o status reprovado ou aprovado na ultima renovação