quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

A Cor do invisível

Dá-me a alegria do poema de cada dia. E que ao longo do caminho às almas eu distribua minha porção de poesia sem que ela diminua... Poesia tanta e tão minha que por uma eucaristia poesia eu fazê-la sua "Eis minha carne e meu sangue!" A minha carne e meu sangue em toda a ardente impureza deste humano coração... Mas, ó Coração Divino, deixai-me dar de meu vinho, deixai-me dar de meu pão! Que mal faz uma canção? Basta que tenha beleza...

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