sexta-feira, 25 de novembro de 2011


Vicente Freitas

ELEIÇÕES DOS DIRETORES DAS ESCOLAS DA PREFEITURA DO RIO AGORA TÊM CENSURA!



(blog Celio Luparelli, 21) 1. No próximo final de semana, haverá eleições para diretores das escolas municipais do Rio para um mandato de 3 anos, conforme a tradição. Mas agora há "novidades" na forma da Resolução SME n.1133 de 16 de maio de 2011. Em muitos casos não será uma verdadeira eleição. As regras são muito "e...stranhas" para que se preencha a função de diretor de cada unidade escolar. Além de certificados em cursinhos promovidos pelo gabinete, ainda há a obrigação de uma entrevista tipo psicotécnico. E depois da eleição ainda haverá um teste de ratificação.



2. Um exemplo é o que ocorre na Escola Municipal Alexandre Farah, em Ricardo de Albuquerque. A Chapa formada pela Diretora Adjunta, que hoje responde pela Escola, devido à aposentadoria da Diretora, e pela Coordenadora Pedagógica, que tem o apoio do Corpo Docente, foi impugnada pela Banca da SME (os tais tecno-privatizantes do Gabinete). A referida "Banca" alegou o elevado percentual de reprovação da Escola. Esquece-se, ainda, que, neste ano, a Escola foi premiada com gratificação pela SME, devido à melhoria de desempenho em relação ao ano anterior. Ué, deram o prêmio para quem não merecia? Ou foi ato político-eleitoreiro? Ou não avaliaram?



3. Cabe, ao final, uma pergunta: Esse grupo que está à frente da Educação da Prefeitura não foi contra o Sistema de Ciclos que eles chamaram burlescamente de aprovação automática? Por que, então, impedir a candidatura de uma Diretora que comanda professores que avaliaram os alunos como eles defenderam em campanha eleitoral em 2008? Ou era tudo mentira? Falam uma coisa e praticam outra. Onde está a ética? O que querem?



4. (COMENTÁRIO) E os partidos -ditos- de esquerda espalhados pela prefeitura do Rio com centenas de cargos em comissão, vão ficando calados vis a vis a privatização da educação. Paulo Freire e Darcy RibeiroVer mais

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