sábado, 5 de novembro de 2011

Se hoje escrevo


É imposição do tempo

Das noites vazias.

Hoje não me sinto sentir,

Tudo chega inconstante.

Neste meu versejar

Nascem sonhos sem donos

Que se diluem sem rimar.

No final de cada verso

Não sou as palavras que escrevo

Nem as lágrimas

Que salgam a solidão ... "



Bruno de Paula

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