quinta-feira, 15 de setembro de 2011

 
Era o último dia de Rubens como carteiro.

Após 35 anos de serviço ele levava as correspondências por toda vizinhança e tratava a todos de uma forma bastante carinhosa.
 
Quando chegou na primeira casa de sua rota, foi recebido pela família que ali estava. Todos gritavam seu nome, e ainda presentearam-no com uma linda camisa.
 
Na segunda casa, presentearam-no com uma caixa de charutos finos.
 
A família da terceira casa entregou-lhe uma caixa com iscas para pesca.
 
Na quarta casa foi recebido na porta por uma loira, vestida com uma camisola transparente e minúscula.
 
Ela segurou sua mão, gentilmente fechou a porta, colocando-o para dentro, subiu as escadas em direção ao quarto e transou com ele de uma forma que ele jamais tinha experimentado. A mulher fazia de tudo, literalmente tudo, realmente parecia insaciável.
 
Quando ele já não agüentava mais, os dois desceram para a cozinha, onde ele foi novamente surpreendido com um café gigante: frutas, geléias, bolos, pães e um suco de laranja.
 
Quando estava saciado, a loira ofereceu-lhe um copo de café expresso.
Enquanto ela preparava, ele percebeu uma moeda de 10 centavos ao lado da xícara.
 
Tudo isso foi tão maravilhoso, mas por que a moeda de 10 centavos, perguntou
o carteiro?
 
- Bem, ontem à noite, eu avisei ao meu marido que hoje era seu último dia de trabalho, e que nós deveríamos fazer algo especial pra você.
 
Perguntei o que deveríamos lhe dar e ele disse:
- Fode com ele... Dá uma moeda de 10 centavos!
- Mas o lanche foi idéia minha!
 

E  VIVA AS LOIRAS!

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