O pensamento marxista de Carlos Nelson Coutinho e Lukács
Enviado por luisnassif, sex, 21/09/2012 - 09:06
Por Ivanisa Teitelroit Martins
Comentário ao post "A morte do filósofo Carlos Nelson Coutinho"
Carlos Nelson Coutinho se considerava o último marxista no Brasil. Seus seguidores e amigos não deixarão que essa afirmação prevaleça.
Poucos tiveram a sensibilidade e perspicácia necessárias para eleger Lukács como referência para a leitura do marxismo. Seus manuscritos foram censurados durante muitos anos.
No fim da carreira, Lukács repudiou as idéias de "História e Consciência de Classe", em particular a crença noproletariado como sujeito-objeto da história (1960: posfácio da tradução francesa), mas escreveu uma defesa deles, assim como fizera em 1925 e 1926. Este livro Lukács chamou "A Defesa de História e Consciência de Classe" e somente foi publicado em húngaro, em 1996, e inglês, em 2000. Esta obra talvez tenha sido o mais importante texto marxista desconhecido do século XX.
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Carlos Nelson Coutinho se considerava o último marxista no Brasil. Seus seguidores e amigos não deixarão que essa afirmação prevaleça.
Poucos tiveram a sensibilidade e perspicácia necessárias para eleger Lukács como referência para a leitura do marxismo. Seus manuscritos foram censurados durante muitos anos.
No fim da carreira, Lukács repudiou as idéias de "História e Consciência de Classe", em particular a crença noproletariado como sujeito-objeto da história (1960: posfácio da tradução francesa), mas escreveu uma defesa deles, assim como fizera em 1925 e 1926. Este livro Lukács chamou "A Defesa de História e Consciência de Classe" e somente foi publicado em húngaro, em 1996, e inglês, em 2000. Esta obra talvez tenha sido o mais importante texto marxista desconhecido do século XX.
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