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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Sobre a Sabesp e o saneamento
Enviado por luisnassif, seg, 15/10/2012 - 15:10
comentário aos post "Sobre o tratamento de esgoto da Sabesp"
Por Nagibe
1. A titularidade nunca foi estadual. A Constituição de 88 deixou o assunto vago e Lula resolveu dando-a aos municipios que até podem - se quiserem - transferir a operação (não a titularidade, são coisas diferentes) a outras empresas públicas ou licitar, abrindo-a às privadas. 
2. Na conta cobra-se o afastamento de esgotos, e não o tratamento. Isso no Brasil inteiro.
3. A Sabesp nunca operou Campinas - logo a população de lá nunca fez essa escolha o sr. inventou.
A parte dos indicadores de tratamento ja foi corrigida por outros postantes. A parte do Projeto Tiete mereceria um post só sobre isso.
Por Edson Joanni
O comentarista está muito mal informado. Basta entrar no site da Sabesp para ver que o índice de tratamento ultrapassa os 60% na região metropolitana de São Paulo e chega a 90% no interior.
Aqui vai o link: http://site.sabesp.com.br/site/interna/Default.aspx?secaoId=4 Outra coisa: água pluvial é responsabilidade da Prefeitura.
Por Nagibe
O sistema de esgotamento sanitário adotado em todo o Brasil é o separador absoluto - ou seja água das chuvas e esgotos em dutos separados.
No caso de São Paulo, a Sabesp só opera o segundo, sendo o primeiro responsabilidade da PMSP. Vc erra ao juntar as duas responsabilidades que, legalmente e tecnicamente sao distintas. Os sofás que vc cita são um problema de limpeza urbana, que nada tem a ver com coleta de esgotos.
Claro que vc não vai ver ETEs em toda foz de córrego...para isso existem interceptores, que vc não vê porque estão enterrados, que levam o esgoto até as 05 ETEs do sistema integrado da RMSP.
 

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